segunda-feira, 23 de julho de 2018

Perfil do Pedagogo

9 características de um pedagogo

Olá, leitores!
Vamos falar um pouco sobre a pedagogia, uma área que é considerada um dos pilares da educação, mas que infelizmente vem perdendo interesse por parte dos jovens que estão para escolher uma faculdade.
Mas como saber se você é uma pessoa com um certo perfil para a área? Aliás você sabe o que se estuda em um curso de pedagogia?

O que se estuda em pedagogia?

Muitos não sabem o que um estudante de pedagogia aprende, ou até mesmo o que ele faz depois de formado.
A ideia básica do curso é habilitar o estudante a educar no nível pré-escolar, no nível fundamental, e também deixa o profissional apto para exercer a função de diretor escolar, supervisor e orientador educacional.
Para capacitar o profissional para tais tarefas e práticas, o conteúdo do curso consiste em matérias como teoria pedagógica, psicologia na área educacional e de desenvolvimento infantil, sociologia, práticas educacionais e métodos de ensino para portadores de necessidades especiais.
O aluno que está no curso também aprende sobre metodologias de ensino das disciplinas básicas como português, matemática, geografia e história, aprende sobre o funcionamento do sistema educacional brasileiro e legislação educacional.

9 indícios de que você pode gostar do curso

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Como identificar se uma pessoa pode ou não ter aptidão para o curso de pedagogia? Vamos fazer uma lista para você ver se pode ou não se encaixar no perfil de um pedagogo:

1. Gostar de lidar com pessoas

Não é segredo que a profissão de professor precisa ter uma grande facilidade e gosto em lidar com pessoas, ou até mesmo grande grupo de pessoas. É preciso ter facilidade pois é necessário lidar com alunos de diferentes idades, experiências e ambientes.
Gostar de lidar com pessoas pode ser um indicio de que pedagogia pode ser para você.

2. Ser comunicativo

Educadores precisam ser comunicativos, e gostar de se comunicar, precisam organizar ideias e pontuá-las claramente. Pessoas comunicativas tem um perfil pedagogo pois irão se comunicar com muitos alunos durante o dia e, provavelmente, irão gostar muito dessa atividade.

3. Gostar de ter conhecimentos gerais

Durante o curso de pedagogia você aprende inúmeras disciplinas curriculares. Já que ensinará matérias variadas para os alunos é importante gostar de ter conhecimento variado.

4. Ter vontade de mudar a sociedade

Muitas pessoas querem mudar a sociedade ou o mundo, esse pode ser um dos indícios de fazer pedagogia. Afinal como é a melhor forma de melhorar o mundo se não melhorando as novas gerações pela educação?

5. Gostar de aprender

Muito mais do que simplesmente ensinar, um professor aprende. Cada novo dia de aula é um novo aprendizado. Sendo assim, quem gosta de aprender terá uma vida de aprendizado infinito.

6. Ser criativo

Lecionar exige muita criatividade na hora de transferir e adaptar o conteúdo. Pessoas criativas se dão bem na pedagogia e podem gostar muito do curso.

7. Conseguir superar preconceitos e barreiras

Um professor precisa superar todos os tipos de preconceito em classe, tendo que lidar com situações adversas e diferentes do que está habituado. Uma pessoa sem preconceitos ou afim de quebrá-los pode gostar e muito da área pedagógica.

8. Ser estrategista

Um profissional do ensino se destacada por aprimorar os seus métodos e ensino, como um empreendedor tentando um melhor mercado.

9. Gostar de ensinar

Talvez o mais óbvio dos motivos e o mais importante. Muita gente se sente bem ao passar conhecimento e informação para outras pessoas, é um dom, e pessoas com esse tipo de sentimento se sentirão ótimos seguindo a carreira pedagógica.
Fonte:

Pedagogia e Pedagogos

Cadernos de Pesquisa

Print version ISSN 0100-1574On-line version ISSN 1980-5314

Cad. Pesqui. vol.37 no.131 São Paulo May/Aug. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-15742007000200014 

RESENHAS

Pedagogia e pedagogos, para quê?


José Carlos Libâneo, São Paulo: Cortez, 2005. 200p. (8. ed.)
O livro reúne textos escritos ao longo da década de 1990 por José Carlos Libâneo com a intenção de responder à pergunta que dá título à obra. Como se trata de um autor cujo pensamento é amplamente conhecido nos meios educacionais, as respostas são familiares àqueles que têm se interessado pelos destinos da pedagogia no Brasil, constituindo-se em autêntico manifesto em favor da pedagogia e, conseqüentemente, da profissão de pedagogo.
Em um manifesto são declaradas, publicamente, as razões que justificam certos atos e opções. É isso que faz o autor ao longo dos cinco capítulos do livro, expondo as razões que justificam a existência da pedagogia como "ciência da educação", posicionando-se em favor da especificidade da atuação profissional do pedagogo e formulando uma clara proposta para a sua formação.
Para Libâneo, o que justifica a existência da pedagogia é o fato de esse campo ocupar-se do estudo sistemático das práticas educativas que se realizam em sociedade como processos fundamentais da condição humana. A pedagogia, segundo o autor, serve para investigar a natureza, as finalidades e os processos necessários às práticas educativas com o objetivo de propor a realização desses processos nos vários contextos em que essas práticas ocorrem. Ela se constitui, sob esse entendimento, em um campo de conhecimento que possui objeto, problemáticas e métodos próprios de investigação, configurando-se como "ciência da educação".
Essa visão da pedagogia fundamenta-se em um conceito ampliado de educação. Para Libâneo, as práticas educativas não se restringem à escola ou à família. Elas ocorrem em todos os contextos e âmbitos da existência individual e social humana, de modo institucionalizado ou não, sob várias modalidades. Entre essas práticas, há as que acontecem de forma difusa e dispersa, são as que ocorrem nos processos de aquisição de saberes e modos de ação de moda não intencional e não institucionalizado, configurando a educação informal. Há, também, as práticas educativas realizadas em instituições não convencionais de educação, mas com certo nível de intencionalidade e sistematização, tais como as que se verificam nas organizações profissionais, nos meios de comunicação, nas agências formativas para grupos sociais específicos, caracterizando a educação não formal. Existem, ainda, as práticas educativas com elevados graus de intencionalidade, sistematização e institucionalização, como as que se realizam nas escolas ou em outras instituições de ensino, compreendendo o que o autor denomina educação formal.
Para Libâneo, são esses processos que constituem o objeto de estudo da pedagogia, demarcando-lhe um campo próprio de investigação. Ela estuda as práticas educativas tendo em vista explicitar finalidades, objetivos sociopolíticos e formas de intervenção pedagógica para a educação. O pedagógico da ação educativa se expressa, justamente, na intencionalidade e no direcionamento dessa ação. Esse posicionamento é necessário, defende o autor, porque as práticas educativas não se dão de forma isolada das relações sociais, políticas, culturais e econômicas da sociedade. Vivemos em uma sociedade desigual, baseada em relações sociais de antagonismo e de exploração. Por isso a pedagogia não se pode eximir de se posicionar claramente sobre qual direção a ação educativa deve tomar, sobre que tipo de homem pretende formar. Do ponto de vista do autor isso é o que justifica a existência da pedagogia como área do conhecimento, cuja especificidade é realizar uma reflexão global e unificadora da realidade da educação.
Nessa concepção, pedagogo é o profissional que atua em várias instâncias da prática educativa, indireta ou diretamente vinculadas à organização e aos processos de aquisição de saberes e modos de ação, com base em objetivos de formação humana definidos em uma determinada perspectiva. Dentre essas instâncias, o pedagogo pode atuar nos sistemas macro, intermediário ou micro de ensino (gestores, supervisores, administradores, planejadores de políticas educacionais, pesquisadores ou outros); nas escolas (professores, gestores, coordenadores pedagógicos, pesquisadores, formadores etc.); nas instâncias educativas não escolares (formadores, consultores, técnicos, orientadores que ocupam de atividades pedagógicas em empresas, órgãos públicos, movimentos sociais, meios de comunicação; na produção de vídeos, filmes, brinquedos, nas editoras, na formação profissional etc.).
Essa formulação distingue claramente a atividade profissional do professor, que realiza uma forma específica de trabalho pedagógico (ensino) e a atividade profissional do pedagogo, que se desenvolve em um amplo leque de práticas educativas (informais, não formais e formais). Por isso Libâneo entende que a formação do professor e a do pedagogo não podem ser realizadas em um único curso, tal como defendem os movimentos de reformulação dos cursos de formação de educadores, atualmente representados pela Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação - Anfope.
A proposta do autor é a de que haja dois cursos, um de pedagogia para formar o pedagogo stricto sensu e um de licenciatura para formar professores para os níveis fundamental e médio de ensino. Em síntese, ela consiste dos seguintes pontos: a. as faculdades de educação ofereceriam dois cursos distintos, um de pedagogia e um de licenciatura para a docência no ensino fundamental e médio; b. o pedagogo receberia formação especializada através de habilitações, entre elas a pedagogia escolar; c. o licenciado obteria habilitações para a docência no curso de magistério, nas disciplinas de 5ª a 8ª série e ensino médio ou nas séries iniciais do ensino fundamental; e d. a estrutura curricular teria uma base comum, englobando conhecimentos referentes aos fundamentos da educação, da escola e do ensino e de uma parte específica de conhecimentos profissionais, definidos conforme o contexto de atuação profissional (pedagogo, docente ou outra habilitação).
Trata-se de uma proposta coerente com uma visão de educação como prática social que, por não restringir o educativo ao âmbito do escolar, abre o campo de exercício profissional do pedagogo. Desde quando foi apresentada pela primeira vez, no 6° Encontro Nacional da Anfope, realizado em 1992, em Belo Horizonte, a proposta tem sido objeto de polêmicas e discordâncias com esse movimento, que defende a docência como base da identidade profissional do pedagogo, subsumindo o trabalho pedagógico ao trabalho docente. No entanto, tem sido coerentemente defendida pelo autor em congressos, simpósios, encontros e debates da área, nos quais a posição da Anfope foi sempre hegemônica. Assim como faz nestes eventos, com esta publicação o autor apresenta seus argumentos em favor da especificidade da pedagogia, dos estudos pedagógicos e do exercício profissional do pedagogo, conclamando os pedagogos a influírem nos rumos de sua profissão, tal como o faz em um dos capítulos, intitulado "Que destinos os educadores darão à pedagogia?" Com a palavra os pedagogos. A leitura do livro pode ser uma boa fonte de argumentos para a construção desses destinos.
Verbena Moreira Soares de Sousa Lisita
Faculdade de Educação da Universidade
Federal de Goiás
lisita@uol.com.br



Pedagogo

O termo Pedagogo vem do latim pedagogus e deriva da palavra paidagogos(pais), que por sua vez é formada pelos vocábulos paidós (criança) e agogos(condutor). Em termos literais a palavra Pedagogia significa “condução da criança” e apesar de possuir diferentes conotações desde a Grécia Antiga o Pedagogo é, portanto, aquele que conduz a criança ao saber.
Foto: Pro Image Content / Shutterstock.com
O curso de Pedagogia foi instituído no Brasil em 1939 e desde então a atuação do pedagogo e seu perfil profissional vêm sofrendo alterações significativas frente às mudanças ocorridas na sociedade brasileira entre o final do século XX e início do século XXI, que não só modificaram o perfil como também redefiniram o papel da educação, da escola e dos profissionais que nela atuam.
Tendo a educação como seu objeto de estudo, a Pedagogia investiga sua natureza e suas finalidades enquanto ciência responsável por explicar objetivos e formas de intervenção metodológica e de organização da atividade educativa visando o sucesso da aprendizagem.
O trabalho do Pedagogo no contexto educacional é bastante amplo e pode se dividir entre a atuação como docente na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) e o trabalho como especialista e mediador de rotinas escolares, o que supõe conhecimento necessário para conduzir a elaboração, execução e avaliação de projetos institucionais e propostas pedagógicas assim como o planejamento de conteúdos, definição de objetivos educacionais e metodologias de ensino a serem utilizadas.
Em sua formação acadêmica o Pedagogo tem acesso aos saberes específicos para sua formação profissional, uma vez que a construção de conhecimentos acerca de uma ciência que tem como objeto de estudo a educação ocorre através das teorias educacionais que procuram nortear a prática pedagógica. Porém, a construção de uma prática efetiva que fundamente as ações realizadas no dia-a-dia depende de uma formação continuada capaz de proporcionar ao profissional uma reflexão acerca de seus conhecimentos pedagógicos e didáticos, garantindo assim o redimensionamento de sua prática a partir da contraposição entre a teoria aprendida nos cursos de formação inicial e os saberes adquiridos na experiência.
Apesar de possuir a mesma base de formação do docente, o Pedagogo especialista possui atribuições distintas, uma vez que se torna o responsável por organizar e acompanhar o trabalho pedagógico, transitando em diversos espaços da escola e promovendo a integração entre os sujeitos através da compreensão da dinâmica de organização da instituição e da cultura escolar que permeia as relações interpessoais.
No ambiente escolar, é desejável que cada profissional tenha domínio do conhecimento específico de sua área de atuação como, por exemplo, o conhecimento teórico das disciplinas que compõe o currículo escolar. Em contrapartida, o pedagogo apresenta um conjunto de conhecimentos pedagógicos específicos dos muitos aspectos que incidem no processo de ensino-aprendizagem: metodologias, currículo, avaliação, planejamento, fundamentos teóricos etc. Esses conhecimentos quando utilizados na prática pedagógica do professor favorecem a transposição do conhecimento científico em saber escolar, objeto de aprendizagem por parte dos alunos. Portanto, os conhecimentos do pedagogo contribuem para a articulação entre o conhecimento próprio de cada disciplina e os saberes inerentes ao processo educativo, organizando, orientando e acompanhando o trabalho dos demais profissionais para que a escola garanta a aprendizagem de seus alunos.
Bibliografia:
FELDEN, Eliane de Lourdes et. al. O Pedagogo no contexto contemporâneo: desafios e responsabilidades. Vivênvias, vol. 9, n. 17, p 68-82, outubro/2013. Disponível em: http://www.reitoria.uri.br/~vivencias/Numero_017/artigos/pdf/Artigo_07.pdf
NASCIMENTO, Kely-Anee de Oliveira et. al. A prática pedagógica do Pedagogo no contexto escolar. Plures Humanidades, vol. 1, n. 1, 2014. Disponível em: http://seer.mouralacerda.edu.br/index.php/plures/article/view/119
BUBNIAK, Érica Elisa Nickel. Os novos espaços de atuação do Pedagogo e os desafios para sua formação. IV EDUCERE, PUCPR, 2004. Disponível em: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2004/anaisEvento/paginas/educere.htm

fonte:

Práxis

Práxis Docente

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A atividade prática está inserida em qualquer profissão, pois se trata de um método utilizado para execução de determinada tarefa ou rotina. Não sendo diferente a do professor, já que este também utiliza a prática e métodos em sala.
Ao investigar no espaço da própria prática, o professor vivencia o exercício reflexivo durante a prática em sala e durante a pesquisa que dela pode emergir. Quando acontecem simultaneamente surge uma re-significação do conceito de professor, de aluno, de aula e de aprendizagem.
Atividade docente é ao mesmo tempo prática e ação. Nessa conjuntura a prática é tida como uma atividade sistematicamente constituída por uma cultura organizacional da escola. Ela tem o objetivo de garantir o conhecimento, por meio de projetos pedagógicos e métodos desenvolvidos pela Escola e o Professor.
Já a ação é vista como uma característica inerente do ser, sendo fundamental para o processo reflexivo da prática, estando ligada a subjetividade do professor. Se o professor possuir a ação bem definida, ele se sentirá motivado para continuar exercendo seus papéis dentro da comunidade escolar. Dessa forma, estará fortalecendo a relação professor-aluno e sociedade-aluno.
É através do processo de reflexão-ação-reflexão que surge a práxis docente, pois o professor deixa de ser um mero objeto de investigação e se torna o próprio sujeito da investigação, não se limitando apenas a generalizações dos conteúdos abordados pelos alunos, mas tornando-se o agente de mudanças, capaz de com seu senso critico adaptar o método conforme a situação da comunidade escolar. E são eles, os educadores, os sujeitos principais dessa mudança, já que ao desenvolverem uma atividade reflexiva sobre a própria prática, estará pesquisando o próprio trabalho a fim de torná-lo de melhor qualidade.
Um dos problemas que dificultam essa postura de práxis docente é a comodidade com que a maioria dos professores reproduzem suas práticas, repetindo ações, que há muito tempo são realizadas em sala e que contraria um paradigma critico, cuja finalidade é a utilização de métodos plurais e reflexivos como forma de compreender a realidade. É preciso que os professores ultrapassem essas barreiras, mostrando motivação e se esforçando na busca de um diálogo pedagógico que priorize a criticidade e a reflexão.
A práxis docente está presente na vida do professor que se propõe a assumir uma postura crítico-reflexivo a respeito de suas próprias experiências, fazendo uma leitura de mundo que beneficie as propostas de atividades que tenham a prática como ponto de partida e de chegada.
Referências bibliográficas:
LEITE, Yoshie Ussami Ferrari. Pesquisa em educação.   Possibilidades investigativas/formativas da pesquisa-ação. São Paulo: Loyola, 2008. Vol.2.
LIMA, Maria S. L. e SALES, Josete de O. C. B. Aprendiz da prática docente - a didática no exercício do magistério. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2002.

Fonte:
https://www.infoescola.com/pedagogia/praxis-docente/

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

50 sites de livros


Conheça 50 sites de bibliotecas com livros online grátis

      
Conheça 50 sites de bibliotecas com livros online grátis  |  Fonte: Shutterstock

Você é do tipo de pessoa que precisa ter sempre um bom livro por perto? Reunimos 50 sites de bibliotecas que disponibilizam livros para a leitura online e download totalmente grátis! Nestes sites, você encontrará todo o tipo de obra, desde teses científicas até livros de ficção, em diversos idiomas. A lista está em ordem alfabética. Para acessar a biblioteca desejada basta clicar sobre o nome. Aproveite!
2- Arquivo Público do Estado de São Paulo: Encontre revistas, jornais e periódicos. 
3- Banco de Dados de Livros Escolares Brasileiros (1810 a 2005) – FEUSP: Confira diversos materiais e conteúdos didáticos da educação brasileira.
4- Bibliomania: Encontre livros e estudos grátis.
5- Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin: O site da biblioteca da Universidade de São Paulo (USP) contem livros, revistas, documentos, e outros tipos de arquivos livres para o download gratuito. 
6- Biblioteca da Universidade Nacional de Córdoba: A biblioteca oferece grande diversidade de disciplinas, entre elas uma cátedra interdisciplinar voltada ao estudo da obra do escritor José Saramago. 
7- Biblioteca da Universidade Nacional de La Plata: Oferece documentos gerados por alunos e professores, como teses e dissertações, seminários, apresentações e congressos. 
8- Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD): Reúne centenas de teses e dissertações de universidades de todo o País. É uma ferramenta útil para quem está fazendo a sua monografia e precisa de fontes acadêmicas. 
9- Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ: O acervo conta com obras raras dos séculos XVI a XVIII, além de partituras, manuscritos e periódicos para download gratuito.  
10- Biblioteca Digital da UNESP: Grande acervo de obras de artes, gravuras e desenhos, além de trabalhos acadêmicos. 
11- Biblioteca Digital da Unicamp: Conta em seu acervo com dissertações, teses, pesquisas em andamento, revistas eletrônicas, etc., todos feitos pelos professores, pesquisadores e alunos da instituição. 
12- Biblioteca Digital del Patrimonio Iberoamericano: Conta com conteúdos das bibliotecas nacionais do Brasil, Chile, Portugal e outros países iberoamericanos.  
13- Biblioteca Digital do Museu Nacional: Disponibiliza o acervo de obras raras nas áreas de ciências naturais e antropologia.  
14- Biblioteca Digital do Supremo Tribunal Federal: Para os estudantes e profissional da área de Direito, esta é uma ótima fonte de pesquisa para documentos, livros, artigos e outros arquivos de interesse para a área.  
15- Biblioteca Digital e Sonora: Com acesso gratuito, mas exclusivo para pessoas com deficiência visual, reúne diversos materiais no formato digital para facilitar o acesso dessas pessoas aos conteúdos.  
16- Biblioteca Digital IBM: Encontre diversos conteúdos digitalizados.  
17- Biblioteca Digital Paulo Freire: Disponibiliza para download gratuito das obras do pedagogo e filósofo Paulo Freire.  
18- Biblioteca Mundial Digital: Reúne documentos oficiais sobre a cultura de diversos países do mundo.  
19- Biblioteca Nacional da Colômbia: Encontre obras para ler online e em versões para celulares e tablets.  
20- Biblioteca Nacional Digital Brasil: Com mais de 700 mil arquivos, conta artigos, trabalhos acadêmicos, livros, obras de arte, gravuras, fotografias e outros documentos para download grátis.  
21- Biblioteca Nacional Digital de Portugal: Confira obras históricas digitalizadas.  
22- Biblioteca Online SEBRAE: Encontre obras sobre o empreendedorismo e negócios profissionais.  
23- Biblioteca Virtual do Rio Grande do Sul: Veja obras e artigos científicos de universidades públicas do Rio Grande do Sul, no Brasil.  
24- Biblioteca Virtual nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação: Encontre diversos artigos sobre as duas áreas disponibilizados pela Universidade Federal de Santa Catarina.  
25- Coleção Aplauso: Leia biografias de diversas personalidades.  
26- College Open Text Books: Encontre centenas de pesquisas e trabalhos universitários disponíveis para download gratuito.  
27- Datosculturales.com: Veja documentos e livros sobre disciplinas sociais, como artes e ciência.  
28- Digital Library Federation: Encontre livros e artigos para ver online gratuitamente.  
29- Domínio Público: Faça o download de milhares de obras, vídeos, textos e sons totalmente gratuitos de pessoas que morreram há 70 anos.  
30- Gallica: Veja obras digitalizadas de uma das maiores bibliotecas da França.  
31- Home do saber: Veja teses acadêmicas feitas por pessoas ligadas à Universidade de São Paulo.  
32- Internet Law Library: Tudo o que você precisa saber sobre as leis dos Estados Unidos e tratados internacionais está aqui.  
33- Internet Public Library: Encontre diversas obras públicas para ver online.  
34- ipl2: Um conjunto de universidades norte-americanas desenvolveu o site ipl2, que fornece fontes e trabalhos confiáveis sobre os mais diversos assuntos.  
35- LATINDEX: Trata-se de um compilado de artigos científicos publicados na América Latina.  
36- Library of Congress – National Digital Library: Encontre textos e fotos sobre diversos assuntos.  
37- LivRre! – Portal de Periódicos: Diversos artigos e publicações científicas.  
38 - Open Library: Mais de 1 milhão de livros online grátis!  
39- PMC: Veja artigos, pesquisas e trabalhos acadêmicos relacionados a toda área médica. É uma ótima ferramenta para estudantes de medicina e médicos já formados.  
40 - PROBE – Programa Biblioteca Eletrônica: Confira textos científicos do mundo todo.  
41- Project Gutenberg: Reúne livros e documentos que estejam no domínio público de todo o mundo. Lá, é possível encontrar as obras originais de grandes nomes da literatura mundial.  
42- Public Library of Science: Artigos científicos do mundo todo.  
43- Sistema Brasileiro de Informação do Café: Obras, publicações e pesqusas sobre a cafeicultura.  
44- Sun Site (California – Berkeley): Confira a biblioteca da Universidade de Berkeley.  
45- The Free Library: Veja revistas, jornais e livros totalmente gratuitos. Além disso, o site permite a busca por ano de publicação, categoria e autor.  
46- The Online Books: Confira o Acervo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. 
47- Universia Livros: Confira mais de 1.500 livros para download gratuito!  
48- Virtual Books: Livros online do mundo todo.  
49- Wikilivros: Confira livros disponibilizados pela comunidade de colaboração mútua da Wikipedia.  
50 - YouTube: Estranhou ver o YouTube na lista? Saiba que ele possui uma rica biblioteca de áudios. Confira!